quarta-feira, 8 de Julho de 2009

A mudança... (parte II)

No passado sábado mudei-me... deixei para trás, a tua terra... e com ela lembranças e recordações que só por estar ai... me faziam recordar-te... sei... tenho a plena certeza que continuarei a recordar-te... sim sei... sei porque nunca te escondi a importância que tiveste para mim, sei porque foste importante para mim... sei porque ao teu lado, sorri, chorei, amei e sofri... sei porque não queria ter desistido, mas sei que mais tarde ou mais cedo... iria acabar... sim sei isso... isso e muitas outras coisas que me fazem ter a plena noção que algo falhou... mas falhou desde o início... algo falhou, e falhou em ti... não te atiro as culpas para cima... assumo as minhas... aprendo... cresço e sigo em frente... esse reconhecimento de todas as situações, faz-me crescer e amadurecer, aquilo que tanto te faz falta... ou não... aquilo que para mim e para "nós", nos fazia falta, aquilo que para ti... não valia a pena mudar ou fazer... actualmente pergunto-me "será que me amou?"... "será que alguma vez pensou no que estaria a propor?"... são daquelas perguntas as quais não vou ter resposta... porque tu nunca as darás... e porque não estou disposto a ouvi-las... sim... quiçá possamos ser amigos... quiçá um dia... não agora... não já... neste momento estou consumido pela raiva, pelo nojo e pela pena por ti... raiva por sentir que te dei tudo o que podia ter dado e acabei por receber as tuas migalhas... nojo porque te procurei sempre de forma sincera, e te mostrei o quanto gostava dos nossos momentos de intimidade... quase sempre com a mesma resposta... sabendo agora que o "cansaço" era só para uns e não para todos... pena por seres como és... por ser-te tão difícil deixar de olhar para o teu próprio umbigo, deixar de pensar só em ti... pena por não comunicares e obrigares os outros a entender os teus sinais, e quando confrontado com eles... desmentes... pena por não conseguires entregar-te a alguém (que tu próprio assumiste) foi quem mais te deu e fez por ti... pena por continuares sentado nesse sofá a "obrigar-te" a acreditar que "estas mesmo bem" e caindo num poço de podridão e solidão... mas se és feliz assim... sê feliz então... eu salto fora... procuro outra felicidade que tu nunca vais conseguir entender enquanto não acreditares que existem mais pessoas no mundo...
Adeus margem sul... adeus peluxinho... adeus lembranças... sigo em frente e deixo-vos para trás ... levando-vos apenas no peito...

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Lembranças...

Hoje... é um dia que não posso deixar de assinalar... pelo menos pela importância que tem para mim... Antes de escrever este post, dei uma vista de olhos a post's já escritos... de Novembro até hoje... vi os comentários... recordei a alegria (ou a tristeza) com que os escrevi... o brilho no olhar e os sorrisos, nos primeiros post, aqueles que tem a maioria dos teus comentários... onde afirmaste o tão nosso conhecido "amo tu"... que entrou na minha vida e marcou... hoje... recordo mais que nunca... recordo muitos dos momentos, o fim de semana antes do Natal, as nossas voltas nas prendas, o jantar de Natal na casa dos teus amigos... o jantar na casa do mano... o sushi... o jantar com os amigos... estou como que... mergulhado num mar de recordações... de lembranças... tento não me deixar levar pela emotividade da situação... mantenho-me firme...
Embora sinta que me fazes muita falta... também tenho a certeza que foi o melhor... que somos diferentes, que por muito que eu até pudesse mudar, também tinhas de mudar bastante... e não sei se estarias disposto a isso...
Injusto? Sim é... sempre acreditei no amor, mais ou menos parecido ao dito "conto de fadas"... mas sobretudo, porque acredito que um "amor verdadeiro" só esta disponível ao alcance de poucas pessoas... e que esse sentimento seria capaz de mover montanhas e fazer-nos SEMPRE acreditar que é possível...
Sinto que desististe... por muito que digas que não... sim assumo que não o fizeste a primeira... assumo que tentaste e eu... nem sequer vi a tua tentativa... assumo sim... seria ingénuo neste momento, não assumir a minha culpa... seria imaturo passar-te a "batata quente" para a mão... e afirmar apenas "mentiste-me... logo é justificável" .. n\ao consigo ver as coisas nessa perspectiva... e mais... porque neste momento o que me causa este vazio... não foram as nossas discussões ou cobranças, mas sim os sorrisos, os olhares, os beijos, as carícias, os momentos juntos, a felicidade estampada nos nossos rostos... é disso que recordo... e foi sempre isso que me fez acreditar e me fez lutar...
Infelizmente... não es assim... preferiste matar o "amor" do que lutar por ele... é uma atitude valida embora não deixe de ser algo "cobarde" pois é sempre mais fácil desistir do que lutar...
Seja como for... fico eu e as minhas lembranças... Um dia... poderás acordar e recordar-te destas palavras que te afirmei mesmo antes de acabar "eu acredito que possa dar certo, eu quero lutar..." e ai vejas o erro que cometeste.
Para mim... serás sempre o "meu peluxinho"

terça-feira, 23 de Junho de 2009

Um mês... de recordações

Hoje, principalmente hoje, decidi fazer uma loucura... por muito que o cansaço se apodere de mim... resolvi para antes da minha estação de destino e deambular um pouco pela rua, para colmatar um pouco a solidão que me acompanha... sai no Chiado, zona com tantas recordações e lembranças... caminho sem destino aparente... rua acima.. rua abaixo... passo pela loja Nespresso... pelo parque de estacionamento onde paraste a "zaza"... pela florista onde comprei a primeira rosa vermelha para te oferecer... dou por mim... a porta dos "Armazéns do Chiado"... decidi entrar e subir até a zona de restauração... cada degrau que aquela escada subia, trazia com ela uma lembrança uma recordação que invadia o meu pensamento... no topo... não cedi e avancei... parei no "caffe di roma"... sentei-me após pedir um café... sentei-me na mesma mesa que ocupei no dia 14 de Novembro... coloquei um pouco de acurar e mexi... enquanto mexia recordava aquela tarde de outono... eu a mesa com o meu amigo a tua espera e recordei as celebres palavras proferias... "chegou é ele", mal te avistei junto a entrada... continuei a mexer... senti como se o tempo recuasse ... senti a emoção no peito... a emoção do nosso primeiro fim-de-semana juntos... engoli... e fiz um esforço para não deixar cair, quem fazia os meus olhos brilhar... recordei o caminho de volta, a primeira vez que entrei na tua casa (ou nossa como tu tantas vezes afirmaste), aquele sorriso teu ao descer as escadas, as nossas brincadeiras do "olaaaaaaaa... posso-te conhecer?"... as fotos que tirei e o belo por-do-sol, que ainda ilustra o meu "ambiente de trabalho"... soltei um suspiro mudo... procurei na mala o meu caderno, folhei-o até encontrar o que procurava... a carta que me escreveste, li... voltei a ler... os meus olhos pareciam barragens a transbordar... mas não chorei... passei os dedos nos olhos e continuei a ler... li vezes sem conta o paragrafo mais forte daquele "documento" que guardo comigo... o paragrafo que embora te exponha, não podia deixar de mostrar ao "mundo" o quão belo e carregado de sentimento é...

" Não te quero perder. És muito importante para mim. Fazes-me falta. Sei que estas desiludido comigo e que dificilmente me perdoarás... Mas peço-te... E só te peço por saber que te amo muito e que tu me amas, da-me uma oportunidade, da-nos uma oportunidade. Ajuda-me! Sei perfeitamente que não será fácil... Mas por ti vou esforçar-me para mudar. E quando começar a baixar os braços para desistir, lembra-me o que estamos a passar...
...
Por favor, volta a usar a nossa "aliança"
És tudo para mim. AMO-TE daqui até a lua... Beijos amor meu"

Nestas linhas... mostraste-me o quanto me amavas e o quanto era importante para mim... nele já previas as dificuldades que poderíamos passar... mas nem tu nem eu imaginávamos que o desfecho iria ser este... Tenho a plena noção que após aceitar dar aquilo que tu tanto me pedias (a oportunidade)... me descontrolei completamente... O que aconteceu fez-me perder a confiança em ti... e como deves imaginar... TU tinhas toda a minha confiança, em ti, depositava os meus sonhos, os meus desejos, a minha alegria e uma parte da minha vida... sempre pedi para seres sincero... e mesmo após ter dado um passo, que não esta ao alcance de muitos... senti-me completamente perdido numa situação que não estava NADA a espera... No entanto não justifica a minha atitude... após esta carta, a postura correcta deveria ter sido a de "pagar para ver", esperar para ver o que me davas, como davas, e quando davas, e aceita-lo... mas não... a ânsia de voltar a confiar em ti era tão grande, que te estabeleci uma meta, demasiado alta de atingir.. mas era "para ontem" ... e não te dei tempo para mostrares nada... preferindo acusar-te, recriminar-te, julgar-te... Não me orgulho... nada disso... de nada me serve receber de quem sabe frases como "tiveste a atitude normal de quem sente que a confiança foi traída" ou "era natural perderes o controlo pois não tinhas confiança nele"... não... não me quero limitar a isso... Eu sou mais que isso... onde esta o racional? onde esta o "pensador"?... onde? onde esteve ele nos últimos meses de relacionamento?... Quiçá escondido a tentar não voltar a sofrer... Sinto e sei que te perdi... sinto e sei k 50% da culpa é minha... não me deixa mais que um amargo de boca... mas só tenho de aceitar e saber viver com isso...
Tentei recuperar-te... pedir-te o mesmo que esta escrito nesta carta... apenas uma oportunidade de te provar que poderia ser diferente... não quiseste... injusto? Não vou pensar nisso... não me interessa determinar a justiça de uma situação que acabei por procurar... e que apenas acabo por colher os seus frutos... mas sim... sempre achei que o amor (sentimento apenas ao alcance de muito poucas pessoas), seria o estimulo e a força para dar e receber, para lutar e batalhar... enganei-me... Não sou como os outros... seria muito mais fácil terminar uma relação e colocar na minha mente (em replay) todos os momentos maus da relação... as discussões... as bocas... etc... mas não... prefiro recordar os bons momentos pois são eles que um dia me fizeram sorrir, me encheram de alegria e felicidade e me fizeram olhar-te nos olhos e dizer-te "amo-te"...
Muita coisa já foi dita... muita verdade já foi descoberta... o que apenas me enche de dor e magoa, com uma mistura de raiva... por achar que não merecia determinados comportamentos da tua parte... que para alguém que te deu tanto (e tu próprio assumiste que fui o único que mais te deu e lutou por ti) merecia ter tido a tal "oportunidade" que pedi... nessa altura já sabíamos como era o jogo, já sabíamos o que podíamos esperar um do outro... não quiseste... tenho de respeitar...
Espero que te estejas a divertir, saias, vivas, sintas... mas que sobretudo tenhas a noção que todos esses momentos que, agora, te colocam a sorrir... podias te-los vivido comigo, pois nunca te proibi de nada (sei que te pedi para não te encontrares com ninguém na altura da pascoa, sei também que achas-te que era uma proibição, no entanto acho que nunca percebeste os verdadeiros motivos do pedido, que não tinham nada a ver com uma hipotética traição"
Preparo-me para descer... sei que em cada degrau já não te vou ver... sei que não vou esperar encontrar-te algures a sorrir e com um brilho no olhar...que não voltarei a ver por muito que o tempo passe... sei que continuarei eu e a minha solidão, vagueando pelas ruas e fazendo-nos companhia mutua... sei que a tua presença não fará mais parte de mim... pois a um mês que colocamos um ponto final no nosso "conto de fadas"...

Chiado, 23 de Junho de 2009

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

os meus pensamentos... as minhas certezas...

Ando a dias para tentar escrever algo... a pensar em como e o que aqui colocar... Aqueles que me conhecem sabem como me sinto, embora seja o primeiro a admitir, que estou melhor do que eu próprio esperava. Neste momento penso... expor ou não expor?... dizer ou não dizer... não passaram de palavras proferiras levaras pelo rebentar das ondas na areia...
Estes dias tem sido bastante bons para mim, re-descobri as conversas, os diálogos, onde não ha sinais e as palavras ocupam os seus lugares por direito... re-descobri a alegria de viver, o cansaço de me divertir e de chegar "tarde e a más horas" a casa... re-descobri o valor de uma boa amizade, sem segundas intenções.
Alguns ficam impressionados quando me vêem, quando vêem que não estou tão abatido como pensariam, que me vêem mais forte do que estive ao teu lado... que me vêem mais feliz do que nos últimos tempos que passamos juntos...
Para isso, contribuiu fortemente as últimas semanas ao teu lado, onde não havia nada... nem palavras, nem toques, nem carinhos, nem mimos, nem "sim's" ... nem "não's" simplesmente... um silêncio...
Após aquele jantar de quarta-feira, onde pela primeira e única vez em quase 7 meses, conseguiste exprimir o que sentias... adoptaste uma das posturas mais frias, cruéis e insensíveis que eu alguma vez conheci em ti... possivelmente de propósito, como um meio para atingir o "fim" que tanto ansiavas... o não me olhares nos olhos... o fugires de mim... todo um conjunto de situações que me levaram a desistir e a dar-te aquilo que tu tanto ansiavas... a liberdade... Após esse dia... muita água correu... muito tentei para voltar... abri os olhos e vi que realmente tinha errado em diversos aspectos, descobri outros pormenores que neste momento apenas me enchem de raiva e magoa... e que me fazem pensar que possivelmente, terás sido os "piores" 7 meses da minha vida...
Ao teu lado fui feliz, ao teu lado sorri e senti-me amado... em troca recebeste de mim TUDO o que tinha para te dar... tudo... mas esse tudo... não bastou... não te bastava eu amar-te... precisavas de te sentir "querido" por outros... e por muito que lhe apelidasses de "brincadeiras", demonstravam que algo estava mal... ah... pois é... agora já não são brincadeiras ... porque eu possivelmente sonhei tudo...
Assumo... que após o episódio do café e das conversas no msn, que me descontrolei, e transformei a nossa relação (nome que eu sempre lhe dei) num verdadeiro inferno... sim assumo... assumo as cobranças e desconfianças, o controlo e a atenção redobrada para ver se realmente estarias a mudar... o que mais me surpreende nisto tudo... é que mesmo optando por essa postura... muita coisa me passou debaixo do nariz... e apenas me deixa concluir que lá no fundo... voltei a confiar em ti e acreditar nas tuas palavras... tanta coisa que mesmo com enorme cuidado e minúcia me passou ao lado... as conversas de msn... continuaram... mais ou menos soft's... mas voltavas sempre a mostrar "interesse" (nas brincadeiras como lhe chamas) em ajudas... ou "maozinhas" para efectuar alguns trabalhos... mas se as conversas fossem o pior... o pior foi teres passado das palavras a pratica...
Ainda me lembro como te conheci... ainda me recordo como começamos a falar... mas nem nos meus piores pesadelos... imaginei que tal situação fosse repetida... enganei-me...
Posso ter um conceito de relação distinto do teu... onde é um facto que não precisamos estar "colados" um ao outro... mas se houver disponibilidade e vontade de ambas as partes ... porque não!? Quando se ama, quer-se partilhar os momentos, as vivências, as emoções... e isto é do censo comum... qualquer pessoa que namora pensaria assim... Outra das nossas diferenças... é o conceito de traição... para mim não é preciso um contacto "físico" para que ela exista... basta HAVER VONTADE... e a vontade tu tinhas-la... tanto em conversas de treta, onde faziam-te mil e uma coisa e tu respondias com agrado... mesmo nos teus "trabalhos manuais"... que me chocam e apenas me faz lembrar a celebre frase que tiveste com o "outro" "Ele agora esta a trabalhar tenho mais tempo livre..." ... Agora entendo o "cansaço", os "stresses", a "falta de vontade"... porque eu... era o tarado, por procurar apenas manter contacto com a pessoa que amava...
Possivelmente depois desta... nunca te irei perdoar... não que isso mude a tua forma de ser ou estar no teu mundinho dos sinais... apenas porque sei que te dei o que mais precioso tinha... e para ti... não passou de... um acto... no qual nunca sequer tinhas pensado, antes de fazeres o convite...
Acima de tudo, espero que sejas feliz, e consigas alguém que aguente os teus sinais... mais de 2 meses como eu o fiz... e que pelo menos não acorde um dia a pensar "não me mereces-te"

sábado, 13 de Junho de 2009

O re-aprender a viver

Desde que estou sozinho tenho tentado construir amizades, saído, divertido e tenho conseguido, digamos que estou a fazer aquilo que afirmei que iria fazer ... contigo ou sem ti... mas o faria... e não estou a falhar a minha promessa. Claro que há lembranças, os armazéns do chiado, onde nos encontramos a primeira vez que vim cá... a baixa... por onde passeamos e por onde construímos sonhos... e desejamos um futuro feliz...
Por muito que o tempo passe sei que recordarei... sinto que Lisboa deixou de ter aquelas cores que teve um dia... hoje passou a ser uma cidade cinzenta e escura... mas também sei que não vou deixar de lutar, por mim, e voltar a ser feliz... mereço isso...

A tentativa...

Decidi, após a percepção do meus erros, tentar consertar a situação, mostrar-te que as coisas poderiam ser diferentes e que podíamos realmente ser felizes... Então decidi escrever uma carta, ainda quando estava de fim de semana em casa, e enviar-te por correio, acompanhada de um postal e uma montagem de fotos nossas... o conteúdo era fácil de prever... a tentativa de me dares uma oportunidade... no entanto a carta chegou e a resposta seguiu-se de um "já chegou a tua carta...", sabia que ia ser difícil... muito quiçá... mas pensei que serias capaz de ponderar... o que sinceramente não aconteceu... Então decidi escrever um email... com o mesmo pedido... e nele conter a mais forte esperança de me conseguir fazer realmente ouvir... a tua resposta deixou-me algo perplexo... mas continuei a tentar... até te propus um tempo de experiência de 1 mês para te provar que realmente seria diferente... não obtive nada daquele email... por incrível que possa parecer... e mesmo depois de tudo isto... continuas a falar nas entrelinhas... porque... nunca me conseguiste dizer "NÃO" apenas apontas tudo para o não querer tentar... para não dar mais... mas o não... nunca o dizes...

terça-feira, 2 de Junho de 2009

Sinto saudades de...

Uma semana depois, a saudade aumenta... as recordações invadem a minha mente... a minha alma... Sinto que estou a tentar... sinto que estou realmente a mudar-me como pessoa... sinto que estou a fazer aquilo que disse que ia fazer, não por ti, mas por mim... no entanto também sinto que de nada tem valido... se me recordas... é como amigo, se sentes a minha falta... é como companheiro... mas sinto que os sentimentos se começam a dissipar com o tempo...
E é com esta sensação de tristeza e perda interior... que recordo as mais pequenas coisas que me fazem falta...

Sinto falta de...

...das sms a desejar-te bom dia, bom ginásio, bom almoço... a hora que acordavas...
...de acordar na tua cama contigo ao meu lado
...de acordar, tomar o pequeno-almoço e despedir-me de ti com um beijo e um "até logo amor"...
...de quando dizias "amo tu" com um sorriso nos lábios...
...de quando te enrroscavas em mim apenas para te fazer mimos no peito...
...de passar a mão na tua cara...
...dos passeios, idas as compras, shopping e pasteis de belém...
...dos nossos banho na tua banheira...
...do sabor doce dos teus beijos...
...do brilho do teu olhar...
...do toque das tuas mãos...
...do cheiro da tua pele...
...de me abracares com força...
...dos serões de cinema enrroscados no teu sofá...
...das refeições onde brincavamos com a comida (tipo... dama e vagabundo)...
...de chegar a casa e ter-te a porta pronto para me dares um beijo...
...do nosso passeio na praia...
...dos nossos jantares com os amigos...
...dos nossos fins de semana juntos...
...do correr quando saía do trabalho para chegar mais cedo a casa...
...de te preparar a sandes para levares para o jantar...
...de quando choravas e apenas te abraçava...
...de quando te dei banho quando estavas doente...
...de fazer amor contigo...

...de ti e de tudo o que vivemos...

Não quero deixar de lutar... não já... sinto que ainda é cedo... sinto que não devo... sinto que ainda ha o mais importante... amor... apenas me sinto sozinho... pois nesta luta solitária que travo... não tenho... um sinal teu que me de força e me faça acreditar...

Sinto falta de... ti... peluxinho...