Já era do meu conhecimento que ias ter ferias as últimas semanas de Outubro, também já me tinhas dito que tinhas coisas planeadas, a Recepção ao Caloiro na tua terra, altura de estar com os amigos, viagens e reuniões com o teu sócio... mas tudo isso foi combinado antes de mim, antes de aparecer na tua vida... mas não disse nada, estava na expectativa "ele deve perder um dia e vem até cá ter comigo"mas... não.... estava errado... estiveste perto de mim, e disses-me isso com a maior naturalidade... "oh mor... não deu para passar por ai..." então e a saudade??? Quem ama tem de estar disposto a aguentar tudo? Sem sequer podre pestanejar? não me agradou e mostrei-te isso, sempre fiel ao meu principio da "verdade acima de tudo" disse-te que achei bastante mau nem teres passado por cá para me disser "olá"... só dizias que não tinhas coragem de pedir ao dono do carro pra fazer um desvio... e por mais estúpido que pareça... toda a gente sabia que eu "existia" na tua vida... a diferença é que a mim dizias que éramos pseudo namorados... aos outros dizias que era um amigo colorido... por isso ninguém entendia as minhas queixas e as minhas cobranças.
Mas não vieste... nem passaste por cá... na segunda ias para Lisboa com o teu sócio, a teu pedido, pois ele só precisava de lá estar mais pro final da semana. Ainda passas por Fátima e disses que "acendeste uma vela por mim para me iluminar as ideias"... até que... decidi cobrar a presença e qual não é o meu espanto... para ti, era uma situação normal, tinhas as tuas férias combinadas e nãos ias trocar uma única linha do combinado por mim, eu já sabia a muito dos teus planos e não me opus... por isso tinha de aceitar... Mas... eu precisava de pedir algo? Como tu mesmo referiste "quem ama sente saudades" mas tu não as tinhas... o que me estavas a "oferecer" era passar 5 semanas sem te ver... a mim, aquele que tu tratavas como quase namorado... e ainda me proíbes de te ligar para falar desses assuntos, porque te estava a estragar as férias... foi o ponto final... não aguentei... não dava para aguentar... estava completamente transtornado física e psicologicamente, apenas por entender que amando alguém, é natural pedir a sua presença e ter saudades, e não achava que pedir "um dia" para mim que era algum crime... não fui assim entendido... e acabei...
Novamente, chorei isolado do mundo, contra o travesseiro para ninguém ouvir... No dia seguinte... pedi-te para no caminho passares por cá, para falar cara a cara... fosse para o que fosse... vinhas com o teu sócio, e achaste absurdo pedir-te para o deixares 10 minutos no café para conversar comigo... não o fizeste ... estiveste ao meu lado... e não conseguis-te sequer ... pensar em resolver as coisas... felizmente estava sozinho no trabalho e pude chorar e desabafar a vontade... aquela frieza... a crueldade de nem sequer me ouvires... só viste que estava a sofrer... e mandas-te uma sms... "rapaz... não te gosto de ver assim..." não, gostas mas nem tiveste coragem para falar comigo de nós... após umas horas mandas sms... tentas ligar... completamente descontrolado... sentis-te na pele que me tinhas perdido e isso doeu-te tanto como a tua despreocupação... a noite ligas-me, passamos 45 m ao telemóvel... a tentar convençer-me de ir ter contigo, melhor a implorar para eu ir ter contigo para falar cara a cara das coisas... bizarro não? Eu a umas horas atrás tinha pedido o mesmo... e nem sequer se importaram comigo... pensei muito... antes de decidir... já não havia nada... nem havia nada para falar... não me sentia no direito ou obrigação de lá ir, embora também o tivesse alertado que não colocaria os pés novamente na minha casa. Então acedi... e lá fui eu novamente para dar alguma dignidade a situação e por acima de "ama-lo" respeito-o como pessoa...
Mas não vieste... nem passaste por cá... na segunda ias para Lisboa com o teu sócio, a teu pedido, pois ele só precisava de lá estar mais pro final da semana. Ainda passas por Fátima e disses que "acendeste uma vela por mim para me iluminar as ideias"... até que... decidi cobrar a presença e qual não é o meu espanto... para ti, era uma situação normal, tinhas as tuas férias combinadas e nãos ias trocar uma única linha do combinado por mim, eu já sabia a muito dos teus planos e não me opus... por isso tinha de aceitar... Mas... eu precisava de pedir algo? Como tu mesmo referiste "quem ama sente saudades" mas tu não as tinhas... o que me estavas a "oferecer" era passar 5 semanas sem te ver... a mim, aquele que tu tratavas como quase namorado... e ainda me proíbes de te ligar para falar desses assuntos, porque te estava a estragar as férias... foi o ponto final... não aguentei... não dava para aguentar... estava completamente transtornado física e psicologicamente, apenas por entender que amando alguém, é natural pedir a sua presença e ter saudades, e não achava que pedir "um dia" para mim que era algum crime... não fui assim entendido... e acabei...
Novamente, chorei isolado do mundo, contra o travesseiro para ninguém ouvir... No dia seguinte... pedi-te para no caminho passares por cá, para falar cara a cara... fosse para o que fosse... vinhas com o teu sócio, e achaste absurdo pedir-te para o deixares 10 minutos no café para conversar comigo... não o fizeste ... estiveste ao meu lado... e não conseguis-te sequer ... pensar em resolver as coisas... felizmente estava sozinho no trabalho e pude chorar e desabafar a vontade... aquela frieza... a crueldade de nem sequer me ouvires... só viste que estava a sofrer... e mandas-te uma sms... "rapaz... não te gosto de ver assim..." não, gostas mas nem tiveste coragem para falar comigo de nós... após umas horas mandas sms... tentas ligar... completamente descontrolado... sentis-te na pele que me tinhas perdido e isso doeu-te tanto como a tua despreocupação... a noite ligas-me, passamos 45 m ao telemóvel... a tentar convençer-me de ir ter contigo, melhor a implorar para eu ir ter contigo para falar cara a cara das coisas... bizarro não? Eu a umas horas atrás tinha pedido o mesmo... e nem sequer se importaram comigo... pensei muito... antes de decidir... já não havia nada... nem havia nada para falar... não me sentia no direito ou obrigação de lá ir, embora também o tivesse alertado que não colocaria os pés novamente na minha casa. Então acedi... e lá fui eu novamente para dar alguma dignidade a situação e por acima de "ama-lo" respeito-o como pessoa...
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