Não me esqueci... não deixei de lembrar... apenas... fugi um pouco das páginas "deste diário", mas não deixei de me recordar... esta altura é tremendamente carregada de sensações, de lembranças e recordações... afinal, não é ao acaso que continuas cá dentro do meu peito.
Hoje... e passado tanto tempo, voltei a deitar uma lágrima por ti, e tudo pela publicidade do "red bull air race"... estúpido não é? Pois... eu também achei o mesmo, achei que já não podia chorar, achei que já não podia sentir tanto a falta... mas sinto... não de ti... não da tua pessoa... mas sim do que por ti senti... recordo tão bem a corrida... e eu no comboio para ir ter contigo... ao ver o percurso sobre o Douro e a pensar... "não me vou perder grande coisa... afinal... vou estar com o meu amor"...
A um ano por esta altura, já afirmavamos amar-nos, já faziamos planos para o futuro, pros nossos aniversários, para a passagem de ano... para... tanta coisa... tanto sonho... tanto palavra dita da boca para fora... e eu estupidamente apenas respondia com um sorriso de felicidade por mostrares que era ao meu lado que querias estar... ingénuo que eu era...
Recordo o por de sol no Porto, recordo o jantar no Arrábida Shopping, recordo os passeios nocturnos para conhecer a terra onde trabalhavas, a janela do teu escritório... o teu cheiro o teu sorriso, o teu olhar, que pensei que era verdadeiro... e foi quem mais me mentiu...
Sinto tanta saudade que ainda doi no peito, cada recordação, cada lembrança.... não é de ti... do teu corpo, da tua presença... não para isso já é tarde e já não existe qualquer esperança... mas sinto saudades do meu acordar com um sorriso nos lábios... saudades do brilho dos meus olhos cada vez que o telemóvel assinalava uma sms recebida, saudades do sangue a ferver ... do querer empurrar o comboio para chegar mais rápido a foz dos teus braços...
O que mais me doi... foi o ultimo encontro... arrepia-me a lembrança do entrar no carro e nem sequer falarmos... apenas olhamos um para o outro... os olhos brilhavam, cheios de lagrimas de felicidade que forçavam a saida para ir de encontro... aos sorrisos estampados nos nossos rostos...
como... era feliz a um ano ...
Agora encontro-me mergulhado neste vazio... mas pelo menos agora já luto para sair... já luto para chegar a superficie e ... voltar a ver o sol...
Ainda hoje peço por ti nas minhas orações... embora não saiba de ti... não te desejo mal algum... pois embora me tenhas enganado (ou eu prórpio me deixei enganar...) ensinaste-me a amar e a sentir esse amor ao máximo...
Por essa lembrança doce... sigo as tuas últimas palavras... e vivo um dia... de cada vez...
Hoje... e passado tanto tempo, voltei a deitar uma lágrima por ti, e tudo pela publicidade do "red bull air race"... estúpido não é? Pois... eu também achei o mesmo, achei que já não podia chorar, achei que já não podia sentir tanto a falta... mas sinto... não de ti... não da tua pessoa... mas sim do que por ti senti... recordo tão bem a corrida... e eu no comboio para ir ter contigo... ao ver o percurso sobre o Douro e a pensar... "não me vou perder grande coisa... afinal... vou estar com o meu amor"...
A um ano por esta altura, já afirmavamos amar-nos, já faziamos planos para o futuro, pros nossos aniversários, para a passagem de ano... para... tanta coisa... tanto sonho... tanto palavra dita da boca para fora... e eu estupidamente apenas respondia com um sorriso de felicidade por mostrares que era ao meu lado que querias estar... ingénuo que eu era...
Recordo o por de sol no Porto, recordo o jantar no Arrábida Shopping, recordo os passeios nocturnos para conhecer a terra onde trabalhavas, a janela do teu escritório... o teu cheiro o teu sorriso, o teu olhar, que pensei que era verdadeiro... e foi quem mais me mentiu...
Sinto tanta saudade que ainda doi no peito, cada recordação, cada lembrança.... não é de ti... do teu corpo, da tua presença... não para isso já é tarde e já não existe qualquer esperança... mas sinto saudades do meu acordar com um sorriso nos lábios... saudades do brilho dos meus olhos cada vez que o telemóvel assinalava uma sms recebida, saudades do sangue a ferver ... do querer empurrar o comboio para chegar mais rápido a foz dos teus braços...
O que mais me doi... foi o ultimo encontro... arrepia-me a lembrança do entrar no carro e nem sequer falarmos... apenas olhamos um para o outro... os olhos brilhavam, cheios de lagrimas de felicidade que forçavam a saida para ir de encontro... aos sorrisos estampados nos nossos rostos...
como... era feliz a um ano ...
Agora encontro-me mergulhado neste vazio... mas pelo menos agora já luto para sair... já luto para chegar a superficie e ... voltar a ver o sol...
Ainda hoje peço por ti nas minhas orações... embora não saiba de ti... não te desejo mal algum... pois embora me tenhas enganado (ou eu prórpio me deixei enganar...) ensinaste-me a amar e a sentir esse amor ao máximo...
Por essa lembrança doce... sigo as tuas últimas palavras... e vivo um dia... de cada vez...
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