Não nego... que estava algo ansioso... tinha pensado muito em tudo, a distância, os meus medos, tudo... não queria magoar-me novamente, mas já estava demasiado envolvido, mesmo que recua-se agora... sabia que me iria magoar...
Surgiu a boleia para Lisboa com um amigo meu... nem pensei duas vezes e resolvi ir. Uma das coisas que não me saiam da cabeça era a diferença existente entre os nossos mundos... sentia algum receio de serem "incompatíveis"... mas como referi já estava demasiado envolvido para recuar... sentia que tinha de arriscar e arrisquei...
Quando chegamos, esperamos por ti... o meu amigo que conhece a outra "história" foi o primeiro a dizer-me "que parecias ser diferente..." e eu concordei plenamente com essa afirmação...
Tens um efeito... estranho em mim... deixas-me com um sorriso ... estranho... é como uma reacção espontânea que não consigo controlar... e lá voltou a acontecer... vi-te... e sorri... fiquei tão contente por te ver...
Fomos embora em direcção a tua casa... e que bela casa (de novo surgiu o medo dos mundos) ... e senti-me algo intimidado, que acabei por falar contigo... mas estavas ali... nos meus braços e estavas tão bem... apenas queria dar-te o que de melhor tenho para dar... o meu carinho... entre beijos... carícias... e abraços deixamos-nos levar pelo doce sabor da paixão... após um banho decidimos encomendar uma pizza para o jantar... até as refeições foram divertidas contigo... e ao serão vimos um filme... nós os dois deitados no teu sofá, abraçados... como se não houvesse mundo... pois o meu mundo és tu...
Após o filme beijei-te e não valia a pena esconder mais ... ou ter medo das palavras... amo-te e seria cobardia não o expressar... dizê-o... apanhei-te de surpresa... fomos deitar-nos... deitas-te sobre o meu peito beijas-me e dizes-me ... "apanhaste-me de surpresas ... eu ia dizê-lo quando viéssemos pra cama... e quando te desse isto" ... e puxas por uma caixinha debaixo da almofada... nela estavam dois colares (que eu tinha referido querer comprar nesse fim de semana quando tivéssemos juntos)... escolhi o meu... ataste-o ... olhaste-me nos olhos e dizeste-me... "eu também te amo"... a partir desse minuto... o meu corpo foi invadido por uma enorme alegria... a partir dali não temia nada ... não tinha medo... tinhas-me mostrado que realmente não estávamos a brincar... que era algo com cabeça, tronco e membros e sobretudo... que juntos podíamos ultrapassar todos os obstáculos que surgissem rumo a nossa felicidade...
No dia seguinte acordamos, fomos passear, ter com uma amiga e tomar um café... e como é linda Lisboa... ao teu lado tudo ganha mais cor... mais vida... mais alegria... nós os dois, de mãos dadas no carro... juntos... a fazer coisas tão banais... repetitivas nas nossas vidas... mas que naquele momento tinham um gosto especial...
Fiz-te o jantar... sparguetti a carbonara... entre o cortar o fiambre... um beijo... o Bacon... um beijo... tudo era tão simples e divertido... jantar pronto... mesa posta por ti... velas aromáticas iluminavam a mesa... servi-te... começamos a jantar "tá bom mor?" perguntei eu... "ta óptimo..." respondeste tu... dei-te uma "garfada" das minhas... e desatamos a rir entre uns devaneios meus...
A noite fomos ao Bairro Alto, conhecer uns "amigos" de loooooonga data... conversar pra cá conversa pra lá... decidimos não ir a disco... voltamos para casa... deitamos-nos e conversamos ainda um pouco antes de adormecer...
No domingo sabíamos que tínhamos de nos despedir... embora as forças e a promessa de voltar a viver tudo aquilo fossem fortes e verdadeiras... custa sempre deixar um bocado do nosso coração para trás... não dava para não deixar correr duas ou três lágrimas que teimavam em aparecer nos meus olhos...
Fomos tomar um café a Baía... e fomos para Lisboa... ao encontro do meu amigo que me levaria de volta... despedi-me de ti de forma formal... embora não me apetecesse largar-te a mão... lá te vi partir... a primeira coisa que fiz quando o carro começou a andar... foi apertar o fio que me penduraste ao pescoço... fechar os olhos ... lembrar o fantástico fim de semana que me proporcionaste e repetir para mim mesmo...
"voltarei meu amor... voltarei para os teus braços"...
Surgiu a boleia para Lisboa com um amigo meu... nem pensei duas vezes e resolvi ir. Uma das coisas que não me saiam da cabeça era a diferença existente entre os nossos mundos... sentia algum receio de serem "incompatíveis"... mas como referi já estava demasiado envolvido para recuar... sentia que tinha de arriscar e arrisquei...
Quando chegamos, esperamos por ti... o meu amigo que conhece a outra "história" foi o primeiro a dizer-me "que parecias ser diferente..." e eu concordei plenamente com essa afirmação...
Tens um efeito... estranho em mim... deixas-me com um sorriso ... estranho... é como uma reacção espontânea que não consigo controlar... e lá voltou a acontecer... vi-te... e sorri... fiquei tão contente por te ver...
Fomos embora em direcção a tua casa... e que bela casa (de novo surgiu o medo dos mundos) ... e senti-me algo intimidado, que acabei por falar contigo... mas estavas ali... nos meus braços e estavas tão bem... apenas queria dar-te o que de melhor tenho para dar... o meu carinho... entre beijos... carícias... e abraços deixamos-nos levar pelo doce sabor da paixão... após um banho decidimos encomendar uma pizza para o jantar... até as refeições foram divertidas contigo... e ao serão vimos um filme... nós os dois deitados no teu sofá, abraçados... como se não houvesse mundo... pois o meu mundo és tu...
Após o filme beijei-te e não valia a pena esconder mais ... ou ter medo das palavras... amo-te e seria cobardia não o expressar... dizê-o... apanhei-te de surpresa... fomos deitar-nos... deitas-te sobre o meu peito beijas-me e dizes-me ... "apanhaste-me de surpresas ... eu ia dizê-lo quando viéssemos pra cama... e quando te desse isto" ... e puxas por uma caixinha debaixo da almofada... nela estavam dois colares (que eu tinha referido querer comprar nesse fim de semana quando tivéssemos juntos)... escolhi o meu... ataste-o ... olhaste-me nos olhos e dizeste-me... "eu também te amo"... a partir desse minuto... o meu corpo foi invadido por uma enorme alegria... a partir dali não temia nada ... não tinha medo... tinhas-me mostrado que realmente não estávamos a brincar... que era algo com cabeça, tronco e membros e sobretudo... que juntos podíamos ultrapassar todos os obstáculos que surgissem rumo a nossa felicidade...
No dia seguinte acordamos, fomos passear, ter com uma amiga e tomar um café... e como é linda Lisboa... ao teu lado tudo ganha mais cor... mais vida... mais alegria... nós os dois, de mãos dadas no carro... juntos... a fazer coisas tão banais... repetitivas nas nossas vidas... mas que naquele momento tinham um gosto especial...
Fiz-te o jantar... sparguetti a carbonara... entre o cortar o fiambre... um beijo... o Bacon... um beijo... tudo era tão simples e divertido... jantar pronto... mesa posta por ti... velas aromáticas iluminavam a mesa... servi-te... começamos a jantar "tá bom mor?" perguntei eu... "ta óptimo..." respondeste tu... dei-te uma "garfada" das minhas... e desatamos a rir entre uns devaneios meus...
A noite fomos ao Bairro Alto, conhecer uns "amigos" de loooooonga data... conversar pra cá conversa pra lá... decidimos não ir a disco... voltamos para casa... deitamos-nos e conversamos ainda um pouco antes de adormecer...
No domingo sabíamos que tínhamos de nos despedir... embora as forças e a promessa de voltar a viver tudo aquilo fossem fortes e verdadeiras... custa sempre deixar um bocado do nosso coração para trás... não dava para não deixar correr duas ou três lágrimas que teimavam em aparecer nos meus olhos...
Fomos tomar um café a Baía... e fomos para Lisboa... ao encontro do meu amigo que me levaria de volta... despedi-me de ti de forma formal... embora não me apetecesse largar-te a mão... lá te vi partir... a primeira coisa que fiz quando o carro começou a andar... foi apertar o fio que me penduraste ao pescoço... fechar os olhos ... lembrar o fantástico fim de semana que me proporcionaste e repetir para mim mesmo...
"voltarei meu amor... voltarei para os teus braços"...
1 comentário:
Foi de facto um fim de semana fantastico!
Pena ser apenas um fim de semana e não uma semana, um mês, um ano...
Volta depressa!
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