Como exigido... a conversa tinha de acontecer... era essencial resolver isto fosse para continuar ou para acabar mas tínhamos de falar... e assim aconteceu.
Estranhamente ao que eu pensava que iria ser... estava calmo... estranhamente calmo... pelo menos a voz... pois sentia as mãos tremer que seguravam o lenço de papel para qualquer eventualidade. Primeiro quis saber onde? quando? como? e o que? tinha acontecido na passada sexta-feira... respondes-te... de seguida busquei conversas que já tínhamos tido acerca do "dito rapaz" e das minhas preocupações para com ele... chamem-lhe ciumes... eu chamo-lhe um pé atrás... senti desde essa altura... que tinha havido uma aproximação estranha da parte dele... sms... msn... metia sempre conversa... e fez-me pensar que haveria ali algum interesse... e se te recordas... falamos sobre isso na altura... fiz-te entender a dualidade das tuas sms... o que me fazem sentir... o que pode ser entendido com elas... e na posição que me colocas se alguém as lê... se era habito aquele tipo de sms... e que brincadeira por brincadeira... mais valia brincares com o tempo... ou outra coisa qualquer sem teres a necessidade de te oferecer... disse-te o que tinha sentido... a desilusão que me abalava... a frustração por ter deixado toda a minha vida para trás para fazer aquilo que tanto me tinhas pedido (morar contigo)... a repulsa que sentia ao teres manchado aquele momento só nosso com a tua mentira... a tua postura era estranha... mostravas-te algo "distante" abatido mas distante... e perguntei-te qual a solução que achavas mais correcta... e assustou-me o teu "não sei... não sei se vai dar certo"... e recuei no tempo... em segundos voltei atrás e lembrei as vezes em que te disse que tinha a certeza que no dia em que sentisses que me estavas a perder... não farias nada contra isso... afirmei que se não tinhas a certeza... então era melhor acabar... e que assim sendo, já não havia necessidade de te apresentar as únicas e inegociáveis soluções que eu tinha para mostrar... mais uns minutos de conversa e acabei por apresenta-las... e deixei-te pensar... na vinda perguntei qual a solução que escolhias... disseste novamente que não sabias... porque não querias que andássemos pela casa separados... como dois estranhos... apenas te fiz entender... que neste momento não me podes pedir nada... não há confiança... paira sobre tudo uma incerteza incrível e de não saber no que acreditar... voltei-te a perguntar o que escolhias... porque acabava por ser uma decisão tua... se sentisses força suficiente para lutar ou não... e sou sincero... no meio de tantos "não sei"... decidi-me... e quando te estava para dizer "então se não decides tu... decido eu... acabou" tu dizes "vamos tentar"... com receio que fosse uma resposta de desespero... alertei-te das condições... alertei que não ia deixar nada passar-me ao lado... que aquilo que exigia não era negociável e tinha de ser feito... e sobretudo... que não havia forma de pisar o risco... no dia em que eu me sentir desconfiado com algo... fechares janelas de msn quando me aproximo... ou responderes a sms as escondidas... nesse dia... pegava nas minhas coisas e nunca mais me verias... não havia mais conversa... não havia mais hipotese... acabava tudo ali... mesmo assim repetiste "vamos tentar"... eu perguntei-te se tinhas força para lutar... se sentias que ias aguentar esta luta... que não ia ser fácil... que não me podias pedir para te compreender... nem para confiar porque eram coisas que ele me tinha de mostrar... não com palavras mas com atitudes... e serão essas atitudes que me farão voltar a confiar em ti... abanaste com a cabeça que sim... não... não quero isso... quero que o digas... respondes-te "sim"... e abraçaste-me... a partir dai... chorei... e disse-te que nunca na vida... iria gostar de te ver sofrer 1/8 daquilo que eu sofri estes dois dias e que nunca te iria perdoar... poderei desculpar... perdoar não, nem a mentira... nem o ires ao concerto num momento em que tinhas o teu "futuro" em jogo...
No entanto... não me senti aliviado... não me senti "satisfeito"... não sei... continuo com a sensação de que algo esta mal ainda... fiz-te varias perguntas... mesmo no sentido de algo se ter passado... se tinhas falado com o rapaz... se tinhas falado com alguém sobre esta situação... a tudo me respondeste com um não... mas não sei ... é o que sinto... pode ser apenas "resultado" desta situação... e da consequente desconfiança... mas não sinto paz de alma... não sinto a descanso... não sinto que ganhei... sinto sim... que é mais uma batalha... que é mais uma etapa que vou começar atribulada e que não sei o que vou colher dela... apenas sinto uma coisa... dure a minha relação 2 dias... 2 meses ... ou 2 anos... fiz TUDO o que estava ao meu alcance para que desse certo... e pelo menos isso... transmite-me uma grande paz interior. Pelo menos deixaste aquela postura arrogante e assumiste o erro... e pelo menos isso... já me fez sentir que realmente ias lutar... como te disse... o amor é como uma flor, precisa de ser estimada, cuidada, regada todos os dias para que perserve o seu esplendor durante muito tempo... esta nas tuas mãos... arrancar cuidar "dela".
Estranhamente ao que eu pensava que iria ser... estava calmo... estranhamente calmo... pelo menos a voz... pois sentia as mãos tremer que seguravam o lenço de papel para qualquer eventualidade. Primeiro quis saber onde? quando? como? e o que? tinha acontecido na passada sexta-feira... respondes-te... de seguida busquei conversas que já tínhamos tido acerca do "dito rapaz" e das minhas preocupações para com ele... chamem-lhe ciumes... eu chamo-lhe um pé atrás... senti desde essa altura... que tinha havido uma aproximação estranha da parte dele... sms... msn... metia sempre conversa... e fez-me pensar que haveria ali algum interesse... e se te recordas... falamos sobre isso na altura... fiz-te entender a dualidade das tuas sms... o que me fazem sentir... o que pode ser entendido com elas... e na posição que me colocas se alguém as lê... se era habito aquele tipo de sms... e que brincadeira por brincadeira... mais valia brincares com o tempo... ou outra coisa qualquer sem teres a necessidade de te oferecer... disse-te o que tinha sentido... a desilusão que me abalava... a frustração por ter deixado toda a minha vida para trás para fazer aquilo que tanto me tinhas pedido (morar contigo)... a repulsa que sentia ao teres manchado aquele momento só nosso com a tua mentira... a tua postura era estranha... mostravas-te algo "distante" abatido mas distante... e perguntei-te qual a solução que achavas mais correcta... e assustou-me o teu "não sei... não sei se vai dar certo"... e recuei no tempo... em segundos voltei atrás e lembrei as vezes em que te disse que tinha a certeza que no dia em que sentisses que me estavas a perder... não farias nada contra isso... afirmei que se não tinhas a certeza... então era melhor acabar... e que assim sendo, já não havia necessidade de te apresentar as únicas e inegociáveis soluções que eu tinha para mostrar... mais uns minutos de conversa e acabei por apresenta-las... e deixei-te pensar... na vinda perguntei qual a solução que escolhias... disseste novamente que não sabias... porque não querias que andássemos pela casa separados... como dois estranhos... apenas te fiz entender... que neste momento não me podes pedir nada... não há confiança... paira sobre tudo uma incerteza incrível e de não saber no que acreditar... voltei-te a perguntar o que escolhias... porque acabava por ser uma decisão tua... se sentisses força suficiente para lutar ou não... e sou sincero... no meio de tantos "não sei"... decidi-me... e quando te estava para dizer "então se não decides tu... decido eu... acabou" tu dizes "vamos tentar"... com receio que fosse uma resposta de desespero... alertei-te das condições... alertei que não ia deixar nada passar-me ao lado... que aquilo que exigia não era negociável e tinha de ser feito... e sobretudo... que não havia forma de pisar o risco... no dia em que eu me sentir desconfiado com algo... fechares janelas de msn quando me aproximo... ou responderes a sms as escondidas... nesse dia... pegava nas minhas coisas e nunca mais me verias... não havia mais conversa... não havia mais hipotese... acabava tudo ali... mesmo assim repetiste "vamos tentar"... eu perguntei-te se tinhas força para lutar... se sentias que ias aguentar esta luta... que não ia ser fácil... que não me podias pedir para te compreender... nem para confiar porque eram coisas que ele me tinha de mostrar... não com palavras mas com atitudes... e serão essas atitudes que me farão voltar a confiar em ti... abanaste com a cabeça que sim... não... não quero isso... quero que o digas... respondes-te "sim"... e abraçaste-me... a partir dai... chorei... e disse-te que nunca na vida... iria gostar de te ver sofrer 1/8 daquilo que eu sofri estes dois dias e que nunca te iria perdoar... poderei desculpar... perdoar não, nem a mentira... nem o ires ao concerto num momento em que tinhas o teu "futuro" em jogo...
No entanto... não me senti aliviado... não me senti "satisfeito"... não sei... continuo com a sensação de que algo esta mal ainda... fiz-te varias perguntas... mesmo no sentido de algo se ter passado... se tinhas falado com o rapaz... se tinhas falado com alguém sobre esta situação... a tudo me respondeste com um não... mas não sei ... é o que sinto... pode ser apenas "resultado" desta situação... e da consequente desconfiança... mas não sinto paz de alma... não sinto a descanso... não sinto que ganhei... sinto sim... que é mais uma batalha... que é mais uma etapa que vou começar atribulada e que não sei o que vou colher dela... apenas sinto uma coisa... dure a minha relação 2 dias... 2 meses ... ou 2 anos... fiz TUDO o que estava ao meu alcance para que desse certo... e pelo menos isso... transmite-me uma grande paz interior. Pelo menos deixaste aquela postura arrogante e assumiste o erro... e pelo menos isso... já me fez sentir que realmente ias lutar... como te disse... o amor é como uma flor, precisa de ser estimada, cuidada, regada todos os dias para que perserve o seu esplendor durante muito tempo... esta nas tuas mãos... arrancar cuidar "dela".
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